Essa semana foi quente nas redes sociais pela grande polêmica envolvendo o Banco Nubank e a produtora Brasil Paralelo.
Tudo começou quando a cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, publicou uma postagem no Instagram agradecendo um convite para uma palestra do psicólogo canadense Jordan B. Peterson, organizada pela Brasil Paralelo em parceria com o grupo Fronteiras do Pensamento.
Polêmica Nubank e Brasil Paralelo!
A postagem foi criticada por clientes do Nubank que se sentiram incomodados com a associação do banco com a produtora, conhecida por suas posições conservadoras e críticas a movimentos feminista e LGBTQIA+.
O Nubank negou qualquer parceria com a Brasil Paralelo e afirmou que Cristina Junqueira não tem qualquer relacionamento com os organizadores do evento.
O banco também destacou que não patrocina a organização nem endossa seus conteúdos. Além disso, o Nubank reiterou sua postura apartidária e a proteção de direitos humanos, estabelecendo um padrão ético rigoroso e não tolerando atividade ilícita, discriminatória e abusiva de qualquer tipo.
A Brasil Paralelo é uma produtora de conteúdo que se define como “uma empresa privada de jornalismo, entretenimento e educação” e afirma não receber dinheiro de partidos e movimentos políticos.
No entanto, a empresa tem sido frequentemente associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro e foi citada nas investigações da CPI da Covid no Senado, acusada de disseminar notícias falsas.
A polêmica também envolveu a atuação de um ex-funcionário do Nubank que hoje trabalha no Brasil Paralelo.
O Nubank não divulgou informações pessoais ou histórico profissional do funcionário, respeitando a proteção de direitos de funcionários e ex-funcionários.
O banco também não comentou sobre a atuação do ex-funcionário, por sigilo profissional. A crise gerou uma reação negativa entre os clientes do Nubank, que ameaçaram fechar suas contas.

As ações do banco caíram 1,18% na NYSE e 1,33% na B3.A polêmica também gerou discussões na comunidade do Nubank, com alguns clientes expressando preocupação com a possível influência da Brasil Paralelo sobre as políticas do banco.
Outros clientes, no entanto, defenderam o Nubank e acreditaram que a empresa não está comprometida com as posições da Brasil Paralelo.
Em resumo, a polêmica envolvendo o Nubank e a Brasil Paralelo é um exemplo da complexidade das relações entre empresas e movimentos políticos, dentro das redes sociais.
Embora o Nubank negue qualquer parceria com a Brasil Paralelo, a associação entre os dois ainda gera desconfiança entre os clientes do banco. Vale lembrar que este banco foi responsável foi ajudar milhares de brasileiros a conquistar seu primeiro cartão de credito.